[Terça-feira, Fevereiro 03, 2009] ____________________________
[Quarta-feira, Julho 23, 2008] ____________________________
[Domingo, Março 30, 2008] ____________________________
____________________________
[Quarta-feira, Outubro 03, 2007] ____________________________
[Sábado, Maio 26, 2007] ____________________________
[Quinta-feira, Março 29, 2007] ____________________________
[Quinta-feira, Dezembro 14, 2006] ____________________________
[Sábado, Setembro 09, 2006] ____________________________
[Segunda-feira, Julho 17, 2006] ____________________________
[Quarta-feira, Janeiro 25, 2006] ____________________________
[Segunda-feira, Janeiro 16, 2006] ____________________________
[Terça-feira, Janeiro 10, 2006] ____________________________
[Quarta-feira, Novembro 02, 2005] ____________________________
[Segunda-feira, Maio 23, 2005] ____________________________
da casa
*Helen * Túlio * Gi * Lola * Ju * LZ * Oliver * Milena * Joselito * Mari * Diogo * Bruno Barros * Lali * A. Moreira * Vidal * Heitor * Mila * Cris * Ana * Bonassoli *
Passado
Carlinhos disse, ainda sóbrio, às: 10:22 PM
Carlinhos disse, ainda sóbrio, às: 1:34 AM
Carlinhos disse, ainda sóbrio, às: 1:01 PM
Carlinhos disse, ainda sóbrio, às: 1:01 PM
Carlinhos disse, ainda sóbrio, às: 11:43 AM
E depois vocês podem me agradecer para sempre.
Carlinhos disse, ainda sóbrio, às: 2:52 PM
Vida longa pra ele!
Carlinhos disse, ainda sóbrio, às: 6:38 PM
Carlinhos disse, ainda sóbrio, às: 10:28 PM
Antes, foi a falta. Mas falta do quê? Falta do desconhecido, do não vivenciado e fracamente imaginado.
Chegou pra todos antes de mim. Até que um dia, em meio a descrença, eu aprendi! E conhecer me fez esquecer da espera.
Eis que o fim, que chegou pra todos antes de mim, também cumpriu seu papel previsível na existência me rondando. Eu sempre senti sua presença, mas nunca tão próximo.
Acabou? Depende do autor...
Injustiça, só há uma: A vida não devolver minha ignorância. Queria memória e conhecimento desconexos um do outro. Queria ser um álbum de fotos, um vídeo, e perder a superestimada aprendização de que tanto falam.
Mas é uma queixa inútil, dessas que a gente coleciona até o fim da consciência.
Minha sensatez me força a uma previsão que vai contra minha vontade. Posso estar errado, mas não há outra forma de otimismo mais nociva.
O único fato que posso contar é que as duas opções de "fim" vão me cobrar um recomeço.
E o recomeço... chegou pra todos antes de mim.
Chega! Pra todos.
Chega! Pra mim.
Carlinhos disse, ainda sóbrio, às: 12:58 AM
Todos viram Buena Vista.
Carlinhos disse, ainda sóbrio, às: 11:38 PM
- O mendigo habitante de um terreno baldio olha pra cobertura onde vive a pobre menina rica e se apaixona por ela. Ela vê aquele mendiguinho incrementado, simpático e se apaixona por ele também.
- Pô, Vinícius... aí também já é demais...
- Mas, parceirinho, era primavera! Era primavera!
Certas vezes, me impressiono com o que é. Mas às vezes, também me impressiono com o que foi...
O que foram essas pessoas? Essa gente que escrevia música (das melhores) como quem sai todo o dia pra comprar pão?
Não sei, sinceramente. Não entendo o acúmulo de obra, as parcerias de competência mútua, não sei como isso existia. Não era vivo. Mas pra minha sorte, algumas lendas restam pra me fazer saber, só um pouquinho, como foi viver nessa época em que gênios se encontravam pra tomar chopp (ou whiskey) e fabricavam a melhor fase da música brasileira entre um gole e outro.
Enfim, uma apresentação com muitas músicas, encontros antológicos (outros nem tanto) e com parte da obra de um grande cara. Alguém que, junto a outros ídolos que carrego, musicou uma época. E musicaram tão bem que eu invejo sem ter vivido.
Destaque para Antonio Adolfo ao piano em "Primavera" e Leny Andrade em "O negócio é amar".
Carlinhos disse, ainda sóbrio, às: 9:41 AM
Piano, violão e... SÓ!
Quer dizer, "só" se vc não ouviu o cd nem assistiu o dvd.
Inacreditável serem apenas duas pessoas tocando. Quase impossível ao ver que a combinação é de piano e violão - dois instrumentos amplamente conhecidos por não funcionarem em dupla.
Sem sombra de dúvidas, digo que nunca vi nada que me impressionasse tanto.
Apesar de serem dois instrumentistas virtuosos, não é técnica que chama atenção, mas sim o bom gosto. Convenções bem montadas, arranjos espetaculares para combinar os 2 instrumentos e, claro, improvisação da mais alta qualidade.
Destaque no DVD para "Samambaia", composição do próprio Cesar Camargo na década de 80, para a versão do tema "There will never be another you", um jazz antigo que tomou ares de bossa, e para o documentário de como os 2 se encontraram, planejaram e fizeram esse trabalho.
No CD, "April Child" e "Samba Dobrado" (também presentes no DVD).
Por fim, como um "quase músico", eu diria que o DUO (cd e dvd) é inspiração vendida em forma de disco.
Carlinhos disse, ainda sóbrio, às: 2:24 PM
Vou voltar a escrever sobre música...
Aguardem!
Carlinhos disse, ainda sóbrio, às: 8:12 PM
O blog meio que morreu, mas foi por tabela. Morreu o tempo pra ficar na internet, morreu a banda-larga... enfim. Havia pouquíssimas chances dele sair dessa vivo.
Minha menina tá em Londrina.... beijo pra ela!
Minha cachorrinha está melhorando (ainda bem, pois perder 2 no mesmo ano seria de foder).
Eu ando tomando remédios pq minha nova função de caixa me deu tendinite.
Também ando sem inspiração no estúdio... daí venho escrever inutilidades nada atrativas no blog... puffff.
Carlinhos disse, ainda sóbrio, às: 5:48 PM
Estou na minha 7.a transferência temporária em 2 meses. Eu diria que é bastante, sabe. Motivo suficiente pra qualquer um ficar de saco cheio!
E pra piorar, essa semana estou numa agência lá no São Lourenço. Super legal sair de Pinhais pra lá todo o santo dia.
Puta que pariu.
Carlinhos disse, ainda sóbrio, às: 7:10 PM